Autor: Bludata SoftwareBludata Software de Ponta

Bludata lança solução na nuvem para gestão de Autoescolas

Bludata lança solução na nuvem para gestão de Autoescolas

Com o Autodata online, empresa quer garantir a Autoescolas controle de dados relacionados ao negócio e tomada de decisão a partir de qualquer lugar

Pioneira em soluções de gestão para o segmento de autoescolas, a Bludata encerra o primeiro semestre de 2020 com uma nova solução para a área. O Autodata online é uma plataforma hospedada em nuvem que permite ao gestor de um centro de condutores realizar todo o controle do negócio de qualquer lugar.

Acesso para Autoescolas

Acessado via web em computador ou dispositivos móveis, a solução, em primeiro lugar, vem ao encontro de uma necessidade latente dos centros de formação de condutores, especialmente no período de distanciamento social.

“Agora, mesmo que não esteja presencialmente na unidade de atendimento, o gestor pode tomar decisões baseadas em dados confiáveis, especialmente no que diz respeito ao controle financeiro”, destaca José Henrique da Silva, diretor da Bludata.

Com a solução, a companhia busca expandir o uso de tecnologias de gestão no segmento. O sistema exige baixo investimento e acima de tudo, não necessita de infraestrutura de tecnologia.

Atualmente a empresa atende 214 centros de formação de condutores através de outros produtos do portfólio. E o mercado em que a Bludata aposta é promissor: de acordo com o Denatran, só em 2016 existiam mais de 46 mil autoescolas registradas em todo o Brasil.

Bludata

Desenvolvedora de software para gestão de negócios, a Bludata está no mercado há mais de três décadas. É pioneira em sistemas para Autoescolas e líder de mercado em software para Despachantes. Já desenvolveu soluções financeiras de office e internet banking, sistemas para segmentos automotivos e educação a distância.

Em 2020, a Bludata inaugurou sua nova sede em Blumenau, onde tecnologia e respeito ao meio ambiente se encontram. A nova sede da Bludata fica na Rua Peru, 60, no bairro Ponta Aguda em Blumenau/SC.

Saiba mais em nosso site: bludata.com.br/autodata

Resiliência de dados: tão importante quanto a redundância

Em TI chamamos de redundância a duplicação de elementos que compõem a infraestrutura de um data center. Já a resiliência extrapola a TI e é uma das necessidades que asseguram a sobrevivência do negócio.

Para entendermos melhor o que é e qual é a importância da resiliência de dados, primeiramente vamos recapitular o que é redundância de dados.

Essencialmente, a redundância pode ser definida como a manutenção de cópias que podem ser acessadas como reservas em casos de falhas ou danos.

Ela se aplica tanto nos componentes virtuais, como informações, softwares e registros, quanto físicos, como fontes de energia, máquinas e prédios.

Um bom data center precisa estar preparado para aumentar a disponibilidade dos serviços online oferecidos pelos seus clientes.

O atendimento pela internet, estações de trabalho remotas, aplicativos, ferramentas de e-commerce, etc. são cruciais para a manutenção do negócio.

Com a redundância de dados, não há necessidade de se preocupar com imprevistos durante atualizações ou manutenção de servidores.

Isso significa que o seu negócio ficará sempre no ar, sem quedas, gerando receita ininterruptamente.

O que a redundância duplica para garantir disponibilidade máxima

  • Dados – Para evitar falhas graves na estrutura de TI são necessárias soluções mais eficientes como backup na nuvem.
  • Sistemas – O gerenciamento de sistemas desenvolvidos e mantidos pelos clientes de um data center, por exemplo, podem ter seus códigos e linguagens de programação preservados.
  • Fontes de energia – para garantir a continuidade de serviços mais complexos em caso de indisponibilidade ou intermitência da rede elétrica é necessário investir em geradores.
  • Redes – Redundância de redes envolve a contratação de pelo menos dois serviços de internet de operadoras diferentes.
  • Estrutura – Em um data center TIER III, devem haver duas salas de entrada separadas em pelo menos 20 metros, com sistemas de energia, climatização e proteção contra incêndios

Mas e em casos de catástrofes? A redundância garante a sobrevivência dos dados também nessas situações.

Empresas que trabalham com informações estratégicas não podem jamais perder dados por conta de falhas irreversíveis de servidores.

Já imaginou o problema que isso se tornaria para um banco? As informações são tão importantes que sua perda afetaria os serviços de forma fatal.

Então porque a resiliência de dados é necessária?

Pense no pior cenário possível, um evento padrão “fim do mundo”. Somente uma situação destas não seria coberta pelos 99,98% de disponibilidade dos serviços garantida pela redundância.

Estes 0,02% de chances de algo dar errado são conhecidos como “tempestade perfeita”, algo que nunca aconteceu e há pouquíssimas chances de que venha a acontecer.

Mas este número mostra que é possível, ainda que muito remotamente, que o sistema seja derrubado.

Por esta razão, além de todas as camadas de redundância citadas anteriormente, existe uma última barreira contra falhas.

É ela que garante, na prática, 100% de disponibilidade do seu ambiente operacional.

Além de redundância de dados, seu data center precisa ter resiliência.

Isso significa que o nosso time também vai trabalhar em dobro para que as chances extremamente pequenas de falhas que não podem ser evitadas possam ser resolvidas.

Com a resiliência, a equipe está habilitada a recuperar o sistema em colapso, ainda que em um grau muito sério de interrupção.

Apesar dos 99,9% de disponibilidade garantidos pela redundância, é preciso que haja uma maneira de se recuperar de falhas de maneira rápida e eficiente: a resiliência de dados.

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Construindo a resiliência de dados

Garantir um bom nível de continuidade não é o foco apenas em situações pós-queda ou eventos inesperados.

No dia a dia também é preciso compreender as necessidades de cada negócio e quais são os recursos necessários para manter a capacidade.

A resiliência de dados deve ser um processo operacional que integre executivos com visão ampla de negócios e TI com visão técnica de disponibilidade de serviços.

Ambos trabalhando juntos devem ter como objetivo minimizar o efeito de eventos que podem colocar as operações em risco. E devem desenvolver a habilidade de promover mudanças rapidamente nos processos quando necessário.

Na prática, a melhor forma de conseguir isso é dividindo o trabalho de resiliência em 4 partes escaláveis:

  • gerenciamento dos serviços de TI;
  • segurança e governança de dados;
  • continuidade de serviços;
  • recuperação de desastres.

Outros dados

Adotando essas medidas, o data center que promove a resiliência de dados será uma realidade constante para as empresas, ainda que não tenham a necessidade de utilizá-la.

Porém, isso está longe de significar que estas medidas são desnecessárias. Alguns dados obtidos pela pesquisa “O Futuro da TI: Perspectivas sobre Migração, Proteção e Recuperação” corroboram essa afirmação.

Você sabia, por exemplo, que 50% das empresas atribuíram a perda de seus dados a práticas insatisfatórias de recuperação? E que 30% delas não buscaram data centers com as medidas necessárias de resiliência alegando dificuldade ou falta de recursos?

Em qual metade você quer que sua empresa esteja? É fato que somente em uma delas nenhum serviço cairá.

Agora ficou claro como a resiliência é uma importante medida de proteção de dados corporativos, um dos maiores ativos das empresas nos dias de hoje. E que e tornará cada vez mais valioso.

Quem concorda comenta aqui embaixo!

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Resiliência de dados: tão importante quanto a redundância
7 dicas para se preparar para o colocation

7 dicas para se preparar para o colocation

Alugar um espaço físico para alocar os seus servidores pode ser a solução ideal para sua empresa. Saiba porque e também como se preparar para essa transição.

O serviço de colocation oferecido por data centers é uma modalidade em que você aluga um espaço físico para os seus servidores.

Funciona assim: você possui o equipamento, mas aluga o espaço, dividindo todos os custos de infraestrutura, como energia elétrica, monitoramento de acesso e climatização.

Dessa forma é possível manter uma estrutura de qualidade, com ou sem acesso à internet. É a forma mais indicada para negócios escaláveis, sem a necessidade de arcar com despesas crescentes.

Os níveis mais elevados de segurança e o fato de dispensar o treinamento de sua equipe também são atrativos.

Se você já decidiu optar pelo serviço de colocation, conheça agora 7 fatores que devem ser considerados antes de migrar seus equipamentos.

7 fatores a serem considerados antes de adotar o colocation

Empresas como a sua apostam em colocation para poderem escolher as próprias máquinas, adaptadas a seu modo de trabalhar.

Assim, a principal razão para investir neste tipo de serviço é garantir a autonomia de trabalho, mas ao mesmo tempo não despender tempo de trabalho e treinamento na construção e manutenção da infraestrutura.

Sabendo que você continua a ser responsável pela aquisição e manutenção dos recursos de hardware e software, saiba agora o que analisar na hora de confiar seus recursos ao espaço locado no data center.

Lembrando que algumas destas perguntas podem ser feitas ao representante do serviço de colocation.

Espaço físico

Quantos metros quadrados as suas máquinas ocupam? O layout de disposição dos equipamentos está otimizado para uma maior economia? Cabos, conexões e switches estão instalados de forma a reduzir custos?

Quantidade de equipamento

De quantos racks você necessitará? A quantidade de equipamento poderá ser reduzida com o serviço de colocation?

Energia

Qual é o consumo mensal de energia dos seus equipamentos? Qual é a projeção do custo depois da contratação do colocation?

Apoio

Você pode contar com um serviço de apoio dentro do data center locado para demandas rápidas de emergência como ligar/desligar, passar cabos, acionar fornecedores?

Localização

A localização do data center escolhido é confiável? Há acesso rápido ao local? Há baixo risco de desastres naturais ou possibilidade de solução rápida caso ocorram?

Segurança

A redundância de dados é utilizada como forma de proteção? O nível de disponibilidade é o mais próximo possível de 100%? O histórico do data center no quesito segurança é positivo?

Continuidade

Será possível assegurar a continuidade das operações, mesmo durante quedas e manutenções corretivas ou preventivas? A resiliência faz parte da cultura do data center?

E depois de adotar o colocation?

A primeira e mais evidente constatação após a contratação de um serviço de colocation é: os custos com infraestrutura serão drasticamente reduzidos.

Muitas empresas economizam tempo e dinheiro com os serviços de colocation. Mas como essa modalidade ajuda essas empresas a reduzirem seus custos?

Como a responsabilidade sobre a infraestrutura é da empresa que está alugando esse espaço para você, ela exime a sua empresa da preocupação com infraestrutura, largura de banda, segurança e equipamentos de ponta.

É a empresa terceirizada também a responsável pelo bom funcionamento das máquinas e toda mão de obra envolvida neste processo. O que faz com que você tenha equipes de suporte disponíveis sempre que precisar.

Logicamente que tudo isso está aliado a um acordo de nível de serviço (SLA). Ainda assim, na maioria dos casos oferece 100% de disponibilidade de infraestrutura.

Controle total sobre seus servidores

Nos serviços de colocation a sua empresa tem total controle sobre o próprio servidor, ou seja, no armazenamento dos seus dados.

Isso porque, apesar de você transferir toda a sua infraestrutura para as instalações oferecidas pelo provedor colocation, você ainda tem controle total sobre as suas máquinas.

Ou seja, pode gerenciar os equipamentos conforme a sua necessidade.

Níveis elevados de segurança

Não precisar se preocupar com a segurança e a manutenção da estrutura é uma grande vantagem que precisa ser destacada no colocation.

O serviço, além de grande espaço para equipamentos, oferece um ambiente devidamente preparado para alimentá-los. São várias camadas de segurança física e lógica que garantem o bom funcionamento das máquinas, sem interrupção.

Fazem parte dessa equação o fornecimento de energia elétrica constante, múltiplas fontes, geradores próprios e nobreaks. Além de soluções de armazenamento de dados, backups e recuperação.

Esses diferenciais são apenas alguns exemplos do que o colocation pode oferecer para sua empresa.

Converse com um de nossos especialistas e venha saber mais sobre o Data Center Bludatamelhor opção de colocation em Santa Catarina.

 

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O que é e para que serve a computação quântica

O futuro do processamento de dados já está sendo escrito. Computadores com capacidade muito além do que podemos imaginar hoje já são realidade, e irão mudar a forma como trabalhamos.

É bom já começar a a se preparar. O gigante da tecnologia Google afirmou que no ano de 2019 atingiu um marco histórico para a computação quântica: a chamada “supremacia quântica”.

De acordo com os pesquisadores envolvidos no projeto, o chip desenvolvido por eles processou um problema matemático que levaria milhares de anos para ser resolvido pelos computadores disponíveis hoje no mercado.

E sabe em quanto tempo o chip quântico resolveu o problema? 200 segundos! O Google comparou o feito com a construção do primeiro foguete lançado ao espaço, pois a supremacia quântica também deve nos levar a mundos ainda desconhecidos por nós.

O teste, como acontece com grande parte das descobertas científicas, não tem aplicações práticas, mas agora abre as portas para novas pesquisas que tornarão a computação quântica uma ferramenta útil em diversas áreas.

E pra que serve essa tal computação quântica?

Além do Google, empresas como Intel e Microsoft também têm investido na computação quântica. Empresas chinesas também já fazem parte desta corrida.

Esse interesse todo não é à toa, pois elas já percebem o quanto irão lucrar com a nova tecnologia.

Mas o que isso tem a ver com a gente? Simples: assim como a Bludata já começa a se preparar para a revolução tecnológica que se aproxima, qualquer pessoa que dependa ou utilize programas, sistemas ou aplicativos, especialmente para seus negócios, também precisará se adaptar.

Mas fique tranquilo, pois a adaptação valerá a pena.

Os benefícios da computação quântica são, de certa forma, imprevisíveis, mas já começam a aparecer.

A partir do marco da supremacia quântica (saiba mais sobre ela abaixo), já é possível, por exemplo, projetar baterias mais eficientes, fabricar medicamentos mais eficazes e produzir alimentos utilizando menos energia.

A Volkswagen já iniciou os testes de operação de  ônibus que utilizam computação quântica para rodar um sistema de gerenciamento de tráfego.

A tecnologia calcula a rota mais rápida para cada ônibus para otimizar a utilização da frota e melhorar o fluxo de tráfego. O mesmo modelo servirá, futuramente, para encontrar o caminho ideal em cadeias globais de distribuição, tornando a logística muito mais eficiente.

Com uma computação muito mais potente, também pode-se esperar que o aprendizado das máquinas (machine learning) também seja muito mais efetivo. Na prática, as máquinas ficarão ainda mais “inteligentes”.

Estima-se que elas serão capazes de encontrar, por exemplo, modelos de cálculos que servirão desde a redução drástica de riscos de investimento até previsões do tempo mais acuradas.

Mas o que significa “supremacia quântica”, afinal?

Em 2012 o físico americano John Preskill previu que a computação quântica chegaria a um ponto em que computadores quânticos seriam capazes de fazer coisas impossíveis para os computadores tradicionais. Ele chamou essa capacidade de supremacia quântica.

Um computador clássico tem funcionamento binário, baseados em “0” e “1”, (os “bits”, que podem ser interpretados como “sim” e “não”) para qualquer tipo de processamento. É assim que o seu notebook, o seu relógio digital e o seu smartphone funcionam.

uma máquina quântica consegue calcular mais informações, e elas podem ser processadas e armazenadas simultaneamente. Como isso é possível?

Senhoras e senhores, apresentamos os qubits

Assim como no início não estávamos ainda acostumados com termos como bits, bytes, mega, giga e terabytes, hoje estranhamos esta palavrinha que começa só a gora a aparecer nos noticiários, sites e fóruns.

Qubits nada mais são do que bits quânticos. Eles só funcionam sob condições específicas, como temperaturas muito baixas (próximas do zero absoluto, ou -273 °C.), ausência de ruído e qualquer mínima oscilação elétrica pode colocar tudo a perder.

O computador quântico propriamente dito é composto de um único chip. No entanto, para processar a quantidade monstruosa de dados de que é capaz, uma estrutura bem maior é necessária, garantindo todas as condições exigidas para a “sobrevivência” dos qubits.

Os computadores quânticos ainda irão demorar um pouco até serem comercializados, mas alguns já estão em funcionamento, e sua capacidade de processamento já está sendo aproveitada. A IBM inclusive já vende o processamento quântico para clientes que necessitam e podem pagar por ele.

A computação quântica não nasceu ontem. Ela é totalmente baseada no modelo quântico da física: a mecânica quântica, através do modelo de superposição.

Diferente da física tradicional e observável com a qual estamos acostumados na natureza, em uma escala subatômica (menor que o átomo) algumas partículas podem assumir dois estados simultaneamente.

O físico austríaco Erwin Schrödinger ilustrou esse fenômeno com o experimento mental meramente ilustrativo do “gato de Schrödinger“.

Uma caixa tem dentro dela um gato e um frasco de veneno. Há também um martelo acionado por um detector de radiação. Se houver radiação no ambiente, o martelo quebrará o frasco de veneno e o gato morrerá.

Como não podemos enxergar dentro da caixa, não é possível saber se o gato está vivo ou morto. Para olhar dentro da caixa, haveria algum tipo de interferência, como entrada de luz, e aí sim o gato estaria ou morto ou vivo. Sem abri-la, devemos supor que ele está vivo e morto ao mesmo tempo.

Parece bizarro? Pois é exatamente assim que funciona a superposição no mundo das partículas subatômicas. E isso inclui os qubits, que podem ser “0”, “1” e algum outro estado que não é nenhum dos dois ou é os dois ao mesmo tempo.

Além disso, o estado de um qubit tem efeito instantâneo nos outros. É o chamado entrelaçamento. E é essa gama de possibilidades que permite o computador quântico pegar atalhos para fazer cálculos muito mais rápidos.

O que mais interessa na computação quântica: segurança

Como já dissemos, a corrida pela computação quântica já começou. A concorrência fará com que a evolução aconteça mais rápido, e todos teremos a ganhar.

A IBM, inclusive, já questionou o feito do Google, afirmando que os cálculos feitos em 200 segundos podem ser feitos em um computador tradicional da IBM em dois dias e meio, algo bem longe do conceito de supremacia quântica.

Enquanto aguardamos os próximos movimentos deste xadrez tecnológico, o que podemos esperar é que a criptografia seja uma área onde haverá muitos avanços. Isso porque é ela que garante a proteção dos dados.

Tanto pela concorrência acirrada quanto pela própria natureza da computação quântica, algoritmos cada vez mais sofisticados e praticamente inquebráveis serão cada vez mais necessários.

De uma coisa, no entanto, você pode estar certo. Estaremos de olho para absorvermos tudo o que pudermos destas promessas tecnológicas para o futuro, tanto em termos de processamento quanto em termos de segurança!

E por falar em segurança, já leu nosso e-book sobre a segurança no armazenamento de dados em datacenter? Recomendamos que comece a se aprofundar no tema o quanto antes!

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O que é e para que serve a computação quântica
Como a Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas como a sua

Como a Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas como a sua

Proteger dados pessoais, em breve, será uma obrigação das empresas. E quem não cumprir a lei será punido com rigor. Saiba o que deve ser feito.

De junho a agosto de 2019, o Brasil sofreu 15 bilhões de tentativas de fraudes na Internet. A quantidade e sofisticação das invasões demonstra que continuamos muito vulneráveis a vazamento de dados. Mas contra elas já foi criada uma legislação específica. A Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas, usuários e o governo. E neste artigo você saberá de que forma isso acontece.

A segurança da informação tem sido um tema recorrente, não só no Brasil, mas no mundo todo. As tentativas de fraudes têm um propósito: todos estão em busca de dados. Mas se engana quem pensa que os vazamentos de dados são ações isoladas de hackers. A falta de regulamentação clara faz com que muitas empresas comercializem informações pessoais de seus clientes, sem punição.

Só que agora o Brasil passou a fazer parte dos países possuem uma lei específica para proteção destes dados. Na União Europeia a privacidade dos cidadãos é garantida pelo General Data Protection Regulation (GDPR), desde 2018, e o California Consumer Privacy Act (CCPA), nos Estados Unidos, foi aprovado no mesmo ano em benefício dos californianos.

A Lei Geral de Proteção de Dados (Nº 13.709 de 2018) estabelece regras para a coleta e gestão de informações pessoais, empresariais e estratégicas dos governos. Ela deixa claros os direitos dos titulares dos dados e as responsabilidades de quem os administra.

Estas regras entrarão em vigor em agosto de 2020, mas acredite: o prazo é curto para as adaptações necessárias para aqueles que ainda não começaram a se preocupar. Dar conta das exigências é um grande desafio, especialmente para empresas como a sua, seja ela uma clínica com cadastro de pacientes ou uma fintech.

Dados são o novo petróleo

Você já ouviu falar no escândalo Cambridge Analytica? A empresa americana que captava dados de usuários de aplicativos foi banida do Facebook após violar informações de mais de 50 milhões de usuários.

O que chama mais a atenção é que os dados não foram obtidos através de malwares, mas sim capturados através de um “teste psicológico”. Estas informações foram utilizadas posteriormente na campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos.

O episódio acendeu a discussão sobre a privacidade, proteção de dados e uso de informações pessoais, inclusive no Brasil. Parte-se do pressuposto de que estes dados são utilizados sem o consentimento de quem os forneceu.

A Lei Geral de Proteção de Dados define como dado pessoal qualquer informação que faz com que a pessoa seja ou possa ser identificada.

E vai além: Mesmo que não seja possível a identificação de forma isolada, é direito de todo cidadão não ter essa informação solicitada e muito menos divulgada, pois é possível cruzá-la com outros dados.

Isso é importante, porque a LGPD não trata diretamente de dados sobre preferências, sejam elas políticas, ideológicas, sexuais, religiosos ou raça, e etnia. Essas informações são denominadas dados sensíveis, e ninguém pode ser obrigado a fornecê-las. A lei trata especificamente de informações mais objetivas, que têm alto valor na economia digital.

O que preocupa é o vazamento de dados pessoais como nomes, números de telefones e endereços, que tem aumentado muito nos últimos anos. A prática de comercializar e-mails, por exemplo, já era difundida no início dos anos 2000, mas com a evolução da tecnologia, a circulação destas informações acabou sendo facilitada, exigindo formas de controle mais eficientes.

A Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas de que forma?

Muitos têm a sensação de que a Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas de tecnologia, ou grandes companhias, mas não tem impacto sobre as empresas menores. É um erro pensar assim.

Qualquer empresa conta com funcionários e documentos relacionados a seu trabalho. Da mesma forma, possuem cadastros de clientes e dados de fornecedores ou até mesmo de concorrentes. E há risco de vazamento de todos estes dados, até mesmo da forma mais inocente, como através de fotos em redes sociais. E a punição será severa.

As multas podem corresponder até 2% do faturamento da empresa ou R$ 50 milhões por infração cometida, ou seja, por cada dado vazado (dependendo da interpretação). 

Empresas que se consideram mais passíveis a este tipo de problema já estão se movimentando para se adaptarem à nova lei. Entre as medidas tomadas estão:

  • parceria com outras empresas ou profissionais especializados na proteção de dados;
  • assessoria jurídica para elaboração de contratos e termos de uso do serviço;
  • comunicação com clientes, solicitando autorização expressa para uso dos dados e informando a sua finalidade.

Grandes empresas dispõe de recursos necessários para lidar com a questão da segurança da informação. As menores, no entanto, precisarão fazer, no mínimo, investimentos em TI.

Um exemplo prático são as cláusulas de aplicativos. Não será mais possível listar as condições em um texto longo, quase interminável, para que seja marcado como aceito ao final. Será necessário deixar claro que dados estão sendo disponibilizados por ele e para que fins, em cada etapa em que isso seja necessário.

Quando a LGPD entrar em vigor, o controle do usuário estará assegurado. E isso será mais evidente em operações financeiras. Cai, por exemplo, o sistema “opt-out“, que consiste em autorizar automaticamente uma instituição a compartilhar dados do usuário com outras instituições ou empresas.

A partir de agosto, todas estas empresas deverão estar plenamente adaptadas ao sistema “opt-in“, ou seja: o cliente precisa dar permissão expressa para que seus dados sejam comunicados entre bancos, garantindo sua privacidade.

E se até os bancos terão que se adaptar, é claro que com sua empresa não será diferente.

Você vai precisar de ajuda

A Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas também na forma como se relacionam com fornecedores e parceiros. Isso porque ela envolve também o armazenamento seguro dos dados coletados dos usuários, além do consentimento sobre seu uso.

Levando em consideração o que dissemos lá no início deste artigo, não restam dúvidas de que, para evitar tentativas de fraudes, invasões e vazamento de dados, o local mais seguro para armazenar e processar dados corporativos é o data center.

Caso este serviço seja terceirizado, cabe ao fornecedor o desafio de garantir que as informações sejam utilizadas da maneira correta e transparente. Só um parceiro especializado pode ajudar no período de transição, com as medidas mais eficientes para o cumprimento da lei.

Para lidar com essa nova situação enquanto administra o seu negócio, conte com as soluções da Bludata! Entre em contato para saber como podemos ajudar.

 

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Nuvem pública ou nuvem privada? Qual é a melhor para o seu negócio

Empresas que precisam investir em cloud computing devem buscar redução de custos. Mas nem tudo é o que parece. No médio e no longo prazos, uma escolha errada pode custar caro.

 

Quando uma empresa precisa decidir entre armazenar seus dados em uma estrutura de nuvem pública ou nuvem privada, precisa considerar aspectos como agilidade, mobilidade e escalabilidade.

Os dois tipos de fornecimento de serviços de computação em nuvem atendem a diferentes necessidades de infraestrutura, plataformas e softwares.

A nuvem pública é uma opção mais barata. Isso se dá porque a infraestrutura oferecida é compartilhada entre vários clientes. Toda a computação se dá por meio de protocolos de internet.

A nuvem privada permite ao cliente usufruir de uma nuvem dedicada, ligada a seus próprios data centers. É mais segura e permite um maior controle dos dados que circulam pelos servidores.

Vamos agora conhecer mais detalhes sobre os dois tipos de serviços.

Nuvem pública

A nuvem pública é o modelo mais conhecido e popular de cloud computing. Há alguns anos ela deixou de ser uma simples tendência e se tornou mainstream, atendendo aos mais diferentes tipos de públicos.

Porém, essa versatilidade que é o maior trunfo de serviços como Google One (Drive), Dropbox, iCloud, entre outros, também é sua maior fraqueza. Mais abaixo explicamos o porquê.

O custo também é uma vantagem. A nuvem pública é mais barata porque os custos de banda larga e hardware são cobertos pelo provedor.

Já uma vantagem que deixou de ser exclusiva de nuvens públicas é a confiabilidade. A quantidade de servidores já não é mais um diferencial, pois outros modelos de cloud computing já conseguem garantir alta disponibilidade por meio de redundância de dados.

Um dos usos da nuvem pública é o armazenamento e processamento de softwares como serviços (SaaS). Os serviços são oferecidos em um ambiente virtual acessível pela internet via provedor de forma compartilhada. É possível definir níveis simples de acesso a recursos para desenvolvedores e clientes.

Ela é indicada para empresa que ainda não dispõe de recursos para investir em TI ou mesmo as que têm pressa em subir dados na nuvem, pois ela já está pronta para o uso. Porém, nesta caso perde-se em flexibilidade.

Então por que a nuvem pública não é a mais indicada para o seu negócio?

Basicamente a nuvem pública tem sérios problemas de privacidade. Basta ler os termos de serviço para constatar o que todo especialista em privacidade costuma alertar:

A nuvem pública não é um local seguro para o armazenamento de informações confidenciais ou sensíveis.

Os termos legais dessas nuvens são muito parecidos com os de Redes Sociais. Basicamente, todos eles dizem que ao fazer upload de seu conteúdo, você concede à empresa contratada uma licença de abrangência mundial para dispor de seus dados como bem entender.

Na prática, os seus dados deixam de ser seus. Apesar dessas empresas rebaterem essas acusações, o debate continua, inclusive na esfera jurídica.

Nuvem Privada

A nuvem privada foi criada par atender a necessidades específicas de um negócio, podendo ser implementada internamente ou via provedor.

Ela é formada por uma estrutura própria ou terceirizada de data center, exclusiva de uma empresa. Flexibilidade, escalabilidade, monitoramento, automação, e todas as outras vantagens da nuvem pública também são vantagens da nuvem privada, mas sem ter a estrutura compartilhada com outros clientes.

Dessas forma, os SaaS não são oferecidos a diferentes clientes, mas a uma única empresa. Isso eleva o nível de confiabilidade do serviço, com controle interno dos servidores.

A nuvem privada é a preferida de empresas em expansão ou mesmo as já consolidadas, pois torna segura a comunicação de dados entre as filiais ou parceiros. Neste acaso, ela funciona da mesma forma que a nuvem pública, com um sistema de compartilhamento, mas de forma centralizada e segura.

Empresas que trabalham com dados cruciais, sensíveis, como transações financeiras, devem contratar um serviço de nuvem privada. O mesmo vale para negócios que têm um rígido controle interno de informações.

Unindo nuvem privada e pública

A nuvem híbrida, como o próprio nome já diz, é uma opção que mistura as características da nuvem pública e da nuvem privada.

A empresa pode armazenar dados sensíveis em uma nuvem privada e conectar aplicações através de uma nuvem pública, por exemplo.

Mas em qualquer caso, manter seus dados em uma nuvem, qualquer tipo de nuvem, resolve os problemas de manter um data center próprio, a começar pelos custos elevados dessa opção.

Se é o seu caso, saiba que sua empresa pode economizar além de ter mais segurança de dados investindo em servidores virtuais. Hospedar dados importantes de seu negócio em uma nuvem privada de qualidade garante o monitoramento e gerenciamento constante dos servidores.

Com uma estrutura física de ponta, atendimento ininterrupto e um nível de disponibilidade mais próximo possível de 100%, a Bludata possui diversas opções de cloud computing, colocation e serviços dedicados, tudo desenvolvido por uma equipe certificada e especializada.

Os dados sensíveis e confidenciais da sua empresa estarão em boas mãos!

 

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Nuvem pública ou nuvem privada? Qual é a melhor para o seu negócio
Como garantir o crescimento do seu negócio escalável

Como garantir o crescimento do seu negócio escalável

Os modelos de negócios que mais têm dado certo são aqueles baseados em escalabilidade. Saiba como começar o processo de escala de sua empresa sem correr o risco de tropeçar no meio do caminho.

Para crescer sua empresa precisa traçar uma estratégia de longo prazo e preparar uma estrutura que comporte essa evolução. Além de segura, ela precisa se adequar ao seu orçamento e ser flexível conforme a necessidade de seu negócio escalável.

Um negócio escalável é aquele que pode multiplicar sua renda sem ter que aumentar os custos proporcionalmente.

Serviços de aplicativos móveis, e-books, cursos online, ou qualquer empresa que dependa de softwares, sistemas ou plataformas são os maiores exemplos de negócios escaláveis, e todos eles têm uma coisa em comum. Eles dependem do gerenciamento de dados.

A terceirização do armazenamento dos seus dados atende bem às necessidades de segurança e disponibilidade exigidas pela natureza deste tipo de empreendimento.

Fazer a locação de espaço em data center é uma excelente alternativa quando há crescimento do negócio e a infraestrutura local não consegue acompanhar este salto.

Isso permite que a sua empresa tenha um aumento rápido e seguro de infraestrutura e usufrua de alta tecnologia e disponibilidade a um custo atraente.

Considere locar um data center de qualidade se sua empresa:

  • for capaz de suportar o crescimento do número de usuários sem grande aumento nos custos;
  • trabalhar com métricas para otimização dos processos;
  • possuir pelo menos um cliente com maior potencial e possibilidade de lucro recorrente;
  • não dispuser de muitos recursos para investimentos iniciais;

Colocation: terceirize suas preocupações

Em um mercado cada vez mais competitivo e marcado por grandes transformações digitais, é fundamental que um negócio escalável seja capaz de antecipar-se e evitar problemas antes que as falhas aconteçam.

Se você tem a sensação de que o desempenho do TI da sua empresa está comprometido, considere contar com soluções acessíveis.

Data centers qualificados como o da Bludata oferecem serviços de colocation, onde você pode optar por migrar suas máquinas para um ambiente terceirizado.

Nele, você loca o espaço para armazenamento das máquinas, mas os equipamentos continuam sendo seus. Desta forma você não precisa se preocupar com a infraestrutura e ainda tem uma economia de custos e ganho em produtividade.

Além de deixar de lado os altos investimentos com estrutura de TI e com profissionais qualificados e certificados (mão de obra com custo bastante elevado), o modelo de colocation é uma alternativa que permite eliminar problemas comuns dentro das empresas, oferecendo qualidade em estrutura e disponibilidade.

Para resumir, apontamos algumas das vantagens e benefícios deste serviço:

  • Aluguel de infraestrutura de data center para a instalação do servidor do cliente.
  • Solução para diversos problemas, como queda no link de internet, interrupção do fornecimento de energia, lentidão dos sistemas, servidores que travam com frequência, etc.
  • Ideal para empresas que estão em crescimento e encontram limitações por falta de espaço ou infraestrutura.

Prepare o crescimento do seu negócio escalável

A construção de uma infraestrutura própria de data center requer um alto investimento e demanda bastante tempo das empresas. Porém, o investimento em estrutura física se torna pequeno diante dos riscos de um data center mal planejado, que pode expôr as informações nele armazenadas.

Na modalidade de colocation essas preocupações não existem.

Seu servidor fica alocado de forma segura em um espaço compartilhado e altamente confiável.

Além disso, você pode efetuar manutenções recorrentes de forma presencial ou remota, da mesma forma que faria em uma estrutura própria. A diferença está na composição de um data center pensado para esta finalidade, pois ele é construído de acordo com as boas práticas de estrutura e funcionamento deste serviço.

Redução de custos

Um dos principais motivos para optar pela locação de espaço em data center está ligado ao financeiro, onde seus custos baixam consideravelmente, além de serem totalmente previsíveis, pois seu projeto é elaborado de acordo com sua necessidade, estipulando valores para cada item necessário.

Dentre os custos que são calculados, podemos destacar:

  • despesas de conexão,
  • IP fixo;
  • banda;
  • eletricidade;
  • disponibilidade;
  • taxas de abertura de chamados;
  • interrupções do serviço.

Consultoria

Outro ponto que você precisa avaliar antes de contratar um data center que trabalhe com a modalidade colocation é verificar se ele oferece uma consultoria para analisar suas necessidades reais, evitando que você invista em algo que não precise ou opte por algo insuficiente.

É importante lembrar que você estará contratando algo para ser executado durante um bom tempo, e que promete evitar dores de cabeça no futuro.

A análise técnica feita no início do processo de transição ou contratação do seu data center é crucial para que sua expectativa seja atingida ou superada.

O objetivo é aproximar

O mundo digital serve para aproximar pessoas. Por isso prezamos por um bom relacionamento e, principalmente, pela disponibilidade para solucionar problemas, sanar dúvidas e prestar assistência.

Como sempre reforçamos por aqui, em momentos de crise, ninguém quer ficar sujeito exclusivamente à frieza de chats ou e-mails. Sendo assim, nada mais apropriado do que um atendimento literalmente próximo, que entenda qual seu problema e ajude a resolvê-lo com celeridade.

O mínimo que se espera é que o data center esteja no mesmo país onde sua empresa está. 

É isso que fará a diferença quando você precisar de suporte para seu negócio escalável, para verificar queda ou indisponibilidade dos serviços.

Existem muitos outros detalhes importantes que nem todo mundo revela sobre a qualidade de um data center. Por isso elaboramos um e-book contando tudo o que você precisa saber antes de tomar a sua decisão. Você pode baixá-lo agora mesmo, gratuitamente, aqui.

 

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Como funciona e para que serve a redundância de dados

Redundância, no contexto da TI, significa a duplicação de componentes para garantir serviço ininterrupto e evitar perda de dados. Diferentes locais de armazenamento, fontes de energia alternativas e outros dispositivos fazem parte dessa estratégia tão necessária às empresas, cada vez mais conectadas.

Redundância de dados é a principal forma de proteção utilizada por empresas onde o uso de sistemas é fator crucial para os negócios.

Quando se fala nisso, normalmente relaciona-se aos backups. Mas existem outros componentes redundantes tão ou mais importantes quando é necessária uma disponibilidade próxima de 100%.

Há muito tempo a duplicação de hardwares já não é mais suficiente para a segurança de dados armazenados em servidores. O espelhamento, que faz o backup automático das informações, ainda é utilizado, mas não é eficiente isoladamente.

Para assegurar a continuidade do serviço em caso de falhas ou catástrofes, o sistema deve ser administrado de forma redundante também em nível de softwares, nuvem e até mesmo estrutura.

As soluções adotadas pelos melhores data centers são cada vez mais confiáveis e alinhadas a tendências internacionais. Com isso, a redundância de múltiplos componentes figura entre as metodologias mais adotadas.

O que é exatamente a redundância de dados?

Em tecnologia da informação chamamos de redundância a duplicação de elementos que compõem a infraestrutura.

Em essência, o objetivo é manter cópias que possam ser acessadas como reservas em casos de falhas ou danos, tanto dos componentes virtuais quanto físicos.

Um bom data center está preparado para aumentar a disponibilidade dos serviços online oferecidos pelos clientes, como atendimento pela internet, estações de trabalho remotas, ferramentas, sistemas, aplicativos, etc.

Com componentes duplicados, não há necessidade de se preocupar com imprevistos, nem mesmo quando houver necessidade de atualizações ou manutenção de servidores.

Na prática, isso significa que o seu negócio ficará sempre online, sem quedas. Sem paralisações, a geração de receitas também não será interrompida.

Além disso, as informações estarão sempre em total segurança, mesmo em casos de catástrofes. A redundância garante a sobrevivência dos dados.

Por isso é tão importante que empresas que trabalham com informações estratégicas se assegurem de que não perderão esses dados por conta de falhas irreversíveis de servidores.

Há casos em que estas informações são tão importantes que a sobrevivência das empresas depende delas. Muitas não conseguem se recuperar após a perda de dados.

Como funciona a redundância na prática?

Dependendo da necessidade a redundância é classificada em níveis, para atender a diferentes demandas de disponibilidade.

De um simples HD externo para backup até um data center com a certificação TIER III, o armazenamento de dados pode atender a diversas especificações diferentes e contar com a redundância dos seguintes componentes:

Dados

Profissionais de TI estão familiarizados com a redundância de unidades de armazenamento. Mas em um data center essa preocupação é elevada a outros patamares.

Backups simples são proteções complementares, e não são projetados para oferecer suporte adequado em casos extremos.

Para evitar falhas graves na estrutura de TI são necessárias soluções mais eficientes como backup na nuvem.

Os dados são hospedados remotamente, com toda a segurança, tornando-os imunes até mesmo a desastres nos servidores principais.

Sistemas

Softwares são ferramentas fundamentais que também podem ser duplicadas. para o gerenciamento estratégico das operações e manipulação de dados.

O gerenciamento de sistemas desenvolvidos e mantidos pelos clientes de um data center, por exemplo, podem ter seus códigos e linguagens de programação preservados.

Desta forma o software se torna um legado da empresa, totalmente protegido contra qualquer tipo de acidente que possa afetar seu funcionamento.

Fontes de energia

Em pequenas empresas e até mesmo escritórios a redundância de energia consiste no simples uso de nobreaks ou baterias.

Mas para garantir a continuidade de serviços mais complexos em caso de indisponibilidade ou intermitência da rede elétrica é necessário investir em geradores.

Data centers contam com geradores homologados para assumir o fornecimento de energia em caso de queda ou instabilidade da rede pública, até o seu restabelecimento.

Redes

Redundância de redes envolve a contratação de pelo menos dois serviços de internet de operadoras diferentes.

Na falha ou indisponibilidade de uma, a outra garante a conexão, mantendo a rede ativa.

A duplicação também melhora a qualidade do serviço, evitando congestionamento, pois divide o consumo de banda larga.

Estrutura

Em um data center TIER III, não bastam as duas empresas de telecomunicações mencionadas no tópico acima. É necessário também que os cabos cheguem aos servidores por rotas distintas.

Para que o nível de redundância seja ainda maior, devem haver duas salas de entrada separadas em pelo menos 20 metros, com sistemas de energia, climatização e proteção contra incêndios duplicados e independentes.

A conexão entre as salas também deve ser feita via redes de fibra redundantes.

Como aproveitar os benefícios da redundância de dados

Pense no pior cenário possível, aquele que não seria coberto pelos 99,98% de disponibilidade dos serviços. Ou seja: os 0,02% de chances de algo dar errado.

Além de todas as camadas de redundância do TIER III, existe uma última barreira contra falhas, que garante, na prática, 100% de disponibilidade do seu ambiente operacional.

Além de redundância de dados, seu data center precisa ter resiliência. Isso significa que nosso time também trabalha dobrado!

As chances extremamente remotas de falhas que ainda podem ocorrer envolvem problemas que não podem ser evitados, pois colocam o sistema em colapso.

Mesmo neste cenário de “fim de mundo”, a estratégia de resiliência habilita a equipe a lidar com os problemas e recuperar a infraestrutura.

Viu só? Armazenar e disponibilizar informações é uma operação que demanda muita atenção e é necessário conhecer todas as causas e avaliar todas as variáveis para encontrar a solução.

O Data Center Bludata é capaz de elevar a estrutura de servidores das ferramentas e aplicações da sua empresa para outro patamar, independentemente do seu porte. 

A Certificação TIER III, emitida pelo Uptime Institute, é um dos principais diferenciais que o data center Bludata oferece a seus clientes, pois ela garante a disponibilidade que outros data centers não conseguem atingir.

E tudo isso graças ao nível mais alto de redundância de componentes do Sul do Brasil. Saiba mais.

 

Data Center Bludata

 

Como funciona e para que serve a redundância de dados
Data center no Brasil: qual é a melhor opção?

Data center no Brasil: qual é a melhor opção?

Os problemas que muitas empresas têm com armazenamento de dados estão com os dias contados. Data centers nacionais com alto índice de disponibilidade, redundância e tolerância a falhas já atingem patamares internacionais de qualidade.

A presença de data centers certificados consolida o nosso país como player de nível internacional no ramo da tecnologia, e impõe um marco para o desenvolvimento econômico nessa área. Além disso, um data center no Brasil tem outra vantagem: quanto mais próximo, melhor.

É natural que neste cenário a cidade de Blumenau, que desponta como polo tecnológico, saia na frente. A certificação TIER III, primeira do estado e segunda da região Sul, obtida pela Bludata, ajudará a empresa a atender uma demanda recente e urgente: desenvolver um ecossistema digital na região.

A tendência é que isso aconteça à medida que mais startups e equipes relacionadas se unam e reforcem sua posição como integrantes do processo.

A localização de um data center é um fator muito importante

O upgrade na qualidade da empresa otimiza o gerenciamento de operações, atingindo a maior taxa de disponibilidade possível. A inclusão de um alto nível de redundância e a redução drástica nos riscos atendem às crescentes demandas exigidas na economia digital.

Além dos critérios estritamente técnicos, a certificação TIER III atesta a qualidade de data centers com base em quesitos geográficos. Nesse sentido, uma localização privilegiada é de grande valia na obtenção dessa importantíssima validação.

Mas o que torna uma localização privilegiada em termos de estrutura de data center? Eis alguns dos fatores pouco conhecidos que influenciam na alta qualidade e no alto nível de disponibilidade do data center localizado em Blumenau.

Condição climática favorável

Para que equipamentos não sejam danificados e os dados não sejam comprometidos, a certificação determina que o ambiente onde são armazenados conte com um sistema de resfriamento de alta precisão, para que o controle da temperatura e da umidade do ar possam ser eficazes. Isso também garante o bom desempenho e a durabilidade das máquinas.

Qualidade das fontes de energia

Não é só pela possibilidade de queda. Fontes de má qualidade são instáveis e podem comprometer gravemente a integridade do servidor. É por isso que é importante contar com a redundância dos dados. A Certificação TIER III garante o funcionamento ininterrupto do data center, evitando que ele seja desativado por falta de energia.

Acesso rápido ao local de armazenamento

Além dos equipamentos empregados, não pode haver erro na escolha do local onde os dados ficarão armazenados, pois ali será hospedada uma parte crítica das empresas contratantes do serviço. Se o data center precisar de atualizações ou manutenção, quem está cuidando dele deve conseguir chegar até o local rapidamente.

Internet de qualidade

A largura de banda e boas redes de fibra melhoram o desempenho do tráfego de dados e evitam algumas dores de cabeça. Mas o que nem todos sabem é que distâncias mais curtas também significam conexões mais rápidas. Servidores mais próximos dos clientes reduzem a latência (tempo que os dados levam para viajar da origem ao destino).

Mão de obra

Polos tecnológicos levam vantagem na corrida por certificações de qualidade por disporem de um grande potencial de mão de obra qualificada, com profissionais capacitados e especialistas que farão a gestão dos servidores com o máximo rigor.

Fatores de segurança

Uma região segura, com baixo índice de criminalidade, fora das rotas de tráfego aéreo, protegida contra catástrofes naturais, risco químico, radioativo, de explosão ou de contaminação proporciona mais segurança à estrutura física do armazenamento de dados.

Monitoramento

A presença de monitoramento eletrônico na própria estrutura do data center também é um item primordial. A entrada e saída de pessoas deve ser altamente controlada e vigiada de forma ininterrupta. A prevenção e o combate a incêndios também figuram entre as prioridades.

Mobilidade urbana

Uma região que oferece livre trânsito e fácil acesso às principais rodovias, postos de combustível, helipontos e aeroportos também é um ponto a ser considerado. Um data center no Brasil, obviamente, oferece grande vantagem neste aspecto.

Um data center no Brasil facilita a comunicação

Não é porque trabalhamos com máquinas que o fator humano deva ser desconsiderado. Muito pelo contrário! O mundo digital surgiu para aproximar as pessoas. Por isso, o último item de nossa lista, mas talvez o mais importante aspecto a ser considerado na contratação de um data center, é o relacionamento.

A disponibilidade para solucionar eventuais problemas, sanar dúvidas e prestar todo tipo de assistência é fundamental. Em momentos de crise, ninguém quer ficar sujeito à frieza de chats ou e-mails. Nestas horas, nada mais apropriado do que um atendimento mais próximo, que entenda qual seu problema e ajude a resolvê-lo rapidamente.

Tudo isso só é possível se você puder contar com um data center no Brasil, o mais próximo possível.

Parece irrelevante, mas isso fará diferença quando você precisar de suporte técnico para verificar queda ou indisponibilidade dos serviços. Se o data center não estiver preparado para agir rapidamente, todo seu investimento começa a perder sentido.

Quer colocar nosso atendimento à prova? Converse com nossa equipe de especialistas.

 

Data Center Bludata

Precisamos falar mais sobre meio ambiente. O que é TI Verde?

TI verde. Tecnologia sustentável. Data center ecológico. Todos estes termos tratam do mesmo assunto: o impacto do gerenciamento de dados no meio ambiente. É um problema urgente e tem a ver com o futuro do planeta, mas muito já está sendo feito.

Sua empresa já considerou a preservação do meio ambiente em seu cotidiano? Certamente você já tem rotinas de separação do lixo e economia de água, mas um dos setores que causa mais impacto ambiental é o de TI. E é por isso que tanto se tem falado sobre TI Verde.

A Tecnologia da Informação provoca impactos em duas frentes importantes: tanto pela demanda de energia elétrica quanto pela fabricação e descarte do hardware.

Por isso o mundo corporativo tem constantemente pensado ideias e ações para a sustentabilidade dos negócios baseados em tecnologia, ou os que a tem como parte importante do processo.

O equilíbrio ambiental figura ao lado da eficiência econômica, da justiça social e da governança corporativa nas estratégias de toda empresa que trabalha de forma séria e competitiva.

E já se foi o tempo em que isso significava gasto, ou dependia apenas de boa vontade.

Hoje os índices das empresas dependem também de seu desempenho sustentável, pois as que contam com programas próprios e privilegiam parceiros preocupados com a sustentabilidade têm facilidades de crédito e a preferência do consumidor.

O negócio é preservar

A fase mais madura do mundo dos negócios exige que as empresas busquem ir além da geração de lucros.

Nesse contexto, a economia sustentável ganha força e se coloca como diferencial competitivo, não só para quem promove essa política, mas também para quem faz uso de serviços oferecidos por empresas que cultivam tais valores.

A relevância do tema para o mercado de TI é ainda mais urgente, pois a tecnologia é um dos setores mais cobrados, dado o nível do impacto causado ao meio ambiente. Esta preocupação se dá por uma série de problemas que precisam ser contornados

  • uso de metais pesados como matéria-prima;
  • altos custos energéticos;
  • maior demanda por eletricidade;
  • descarte inapropriado de dispositivos obsoletos;
  • processo de produção de equipamentos.

O preço que se paga pelas facilidades e pelo conforto proporcionados é alto, mas pode, e deve, ser reduzido. Por isso adotar estratégias de TI verde é tão importante.

TI verde na prática

A TI verde já faz parte do planejamento de grande parte das empresas. O destaque é dos data centers ecológicos, estruturas que são as melhores soluções para reduzir o impacto ambiental causado pelo setor.

Por reduzirem a necessidade de equipamentos, eles naturalmente demandam menos recursos. Com menos desperdício, além do impacto menor para o meio ambiente, o custeio também é reduzido.

Mas é possível ir ainda mais fundo na sustentabilidade, estabelecendo políticas bem definidas. A Certificação Leed Platinum tem essa finalidade.

Além de ser o primeiro com a certificação TIER III de Santa Catarina, o data center Bludata deu o pontapé inicial para uma política permanente de preservação ambiental implementando as diretrizes do selo.

O data center Bludata entrou em operação no início de 2019, dispondo de um investimento de aproximadamente R$ 10 milhões para o desenvolvimento de um centro de processamento de dados capaz de hospedar, manter e gerenciar sistemas de empresas em nível nacional.

A estrutura localizada na nova sede da empresa, em Blumenau, aposta na tecnologia sustentável, focada tanto na menor pegada ecológica possível quanto na economia de recursos.

A edificação da nova sede segue os padrões da certificação Leed, criada Green Building Council, na categoria Platinum.

Entre os diferenciais podemos destacar o aproveitamento da água da chuva e da luz natural, varandas ecológicas, vestiário e bicicletário (para incentivar o uso do transporte alternativo) e tomadas nas garagens para carregamento de carros elétricos.

É um tremendo avanço nas questões ligadas à preocupação com o meio ambiente!

Além da consciência ambiental, a nova estrutura também traz ganhos sociais. São 200 novos postos de trabalho nas áreas de tecnologia, desenvolvimento de software, administrativa e gestão.

O que sua empresa pode fazer?

Não basta dar a destinação correta ao lixo eletrônico e economizar energia elétrica. Estas medidas ajudam, mas não têm um impacto tão grande quanto soluções profissionais de TI Verde.

Não faltam motivações para que as empresas invistam em instalações mais eficientes, com foco no menor desperdício e na maior eficiência energética. Ao utilizar os serviços de um data center ecológico, sua empresa pode, inclusive, tirar proveito com ações de marketing, divulgando sua contribuição para a sustentabilidade.

Um data center eficiente é capaz de reduzir pela metade consumo de energia de várias formas:

  • Uso sustentável da energia do data center, com políticas bem definidas de economia e boas práticas 
  • A escolha do imóvel, com as características físicas da edificação apropriadas a condições específicas, em consonância com as normas do setor e o respeito ao meio ambiente.
  • Outsourcing de TI, que tem um impacto poderoso na redução das despesas com servidores (a vantagem desse modelo está no fato de que todas as despesas relacionadas a esse ambiente são compartilhadas entre diferentes empresas que utilizam o espaço).

Com o TI verde, ganham as empresas, em competitividade, rentabilidade e imagem; as pessoas, em desenvolvimento e qualidade de vida; e o planeta, que tem seus recursos naturais preservados.

Neste assunto, como já dissemos em tantos outros, mais uma vez vale a dica: fale com um especialista.

 

Data Center Bludata

 

 

 

 

 

 

Precisamos falar mais sobre meio ambiente. O que é TI Verde?