Tag Archives: Requisitos de um data center

Como a Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas como a sua

Como a Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas como a sua

Proteger dados pessoais, em breve, será uma obrigação das empresas. E quem não cumprir a lei será punido com rigor. Saiba o que deve ser feito.

De junho a agosto de 2019, o Brasil sofreu 15 bilhões de tentativas de fraudes na Internet. A quantidade e sofisticação das invasões demonstra que continuamos muito vulneráveis a vazamento de dados. Mas contra elas já foi criada uma legislação específica. A Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas, usuários e o governo. E neste artigo você saberá de que forma isso acontece.

A segurança da informação tem sido um tema recorrente, não só no Brasil, mas no mundo todo. As tentativas de fraudes têm um propósito: todos estão em busca de dados. Mas se engana quem pensa que os vazamentos de dados são ações isoladas de hackers. A falta de regulamentação clara faz com que muitas empresas comercializem informações pessoais de seus clientes, sem punição.

Só que agora o Brasil passou a fazer parte dos países possuem uma lei específica para proteção destes dados. Na União Europeia a privacidade dos cidadãos é garantida pelo General Data Protection Regulation (GDPR), desde 2018, e o California Consumer Privacy Act (CCPA), nos Estados Unidos, foi aprovado no mesmo ano em benefício dos californianos.

A Lei Geral de Proteção de Dados (Nº 13.709 de 2018) estabelece regras para a coleta e gestão de informações pessoais, empresariais e estratégicas dos governos. Ela deixa claros os direitos dos titulares dos dados e as responsabilidades de quem os administra.

Estas regras entrarão em vigor em agosto de 2020, mas acredite: o prazo é curto para as adaptações necessárias para aqueles que ainda não começaram a se preocupar. Dar conta das exigências é um grande desafio, especialmente para empresas como a sua, seja ela uma clínica com cadastro de pacientes ou uma fintech.

Dados são o novo petróleo

Você já ouviu falar no escândalo Cambridge Analytica? A empresa americana que captava dados de usuários de aplicativos foi banida do Facebook após violar informações de mais de 50 milhões de usuários.

O que chama mais a atenção é que os dados não foram obtidos através de malwares, mas sim capturados através de um “teste psicológico”. Estas informações foram utilizadas posteriormente na campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos.

O episódio acendeu a discussão sobre a privacidade, proteção de dados e uso de informações pessoais, inclusive no Brasil. Parte-se do pressuposto de que estes dados são utilizados sem o consentimento de quem os forneceu.

A Lei Geral de Proteção de Dados define como dado pessoal qualquer informação que faz com que a pessoa seja ou possa ser identificada.

E vai além: Mesmo que não seja possível a identificação de forma isolada, é direito de todo cidadão não ter essa informação solicitada e muito menos divulgada, pois é possível cruzá-la com outros dados.

Isso é importante, porque a LGPD não trata diretamente de dados sobre preferências, sejam elas políticas, ideológicas, sexuais, religiosos ou raça, e etnia. Essas informações são denominadas dados sensíveis, e ninguém pode ser obrigado a fornecê-las. A lei trata especificamente de informações mais objetivas, que têm alto valor na economia digital.

O que preocupa é o vazamento de dados pessoais como nomes, números de telefones e endereços, que tem aumentado muito nos últimos anos. A prática de comercializar e-mails, por exemplo, já era difundida no início dos anos 2000, mas com a evolução da tecnologia, a circulação destas informações acabou sendo facilitada, exigindo formas de controle mais eficientes.

A Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas de que forma?

Muitos têm a sensação de que a Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas de tecnologia, ou grandes companhias, mas não tem impacto sobre as empresas menores. É um erro pensar assim.

Qualquer empresa conta com funcionários e documentos relacionados a seu trabalho. Da mesma forma, possuem cadastros de clientes e dados de fornecedores ou até mesmo de concorrentes. E há risco de vazamento de todos estes dados, até mesmo da forma mais inocente, como através de fotos em redes sociais. E a punição será severa.

As multas podem corresponder até 2% do faturamento da empresa ou R$ 50 milhões por infração cometida, ou seja, por cada dado vazado (dependendo da interpretação). 

Empresas que se consideram mais passíveis a este tipo de problema já estão se movimentando para se adaptarem à nova lei. Entre as medidas tomadas estão:

  • parceria com outras empresas ou profissionais especializados na proteção de dados;
  • assessoria jurídica para elaboração de contratos e termos de uso do serviço;
  • comunicação com clientes, solicitando autorização expressa para uso dos dados e informando a sua finalidade.

Grandes empresas dispõe de recursos necessários para lidar com a questão da segurança da informação. As menores, no entanto, precisarão fazer, no mínimo, investimentos em TI.

Um exemplo prático são as cláusulas de aplicativos. Não será mais possível listar as condições em um texto longo, quase interminável, para que seja marcado como aceito ao final. Será necessário deixar claro que dados estão sendo disponibilizados por ele e para que fins, em cada etapa em que isso seja necessário.

Quando a LGPD entrar em vigor, o controle do usuário estará assegurado. E isso será mais evidente em operações financeiras. Cai, por exemplo, o sistema “opt-out“, que consiste em autorizar automaticamente uma instituição a compartilhar dados do usuário com outras instituições ou empresas.

A partir de agosto, todas estas empresas deverão estar plenamente adaptadas ao sistema “opt-in“, ou seja: o cliente precisa dar permissão expressa para que seus dados sejam comunicados entre bancos, garantindo sua privacidade.

E se até os bancos terão que se adaptar, é claro que com sua empresa não será diferente.

Você vai precisar de ajuda

A Lei Geral de Proteção de Dados afeta empresas também na forma como se relacionam com fornecedores e parceiros. Isso porque ela envolve também o armazenamento seguro dos dados coletados dos usuários, além do consentimento sobre seu uso.

Levando em consideração o que dissemos lá no início deste artigo, não restam dúvidas de que, para evitar tentativas de fraudes, invasões e vazamento de dados, o local mais seguro para armazenar e processar dados corporativos é o data center.

Caso este serviço seja terceirizado, cabe ao fornecedor o desafio de garantir que as informações sejam utilizadas da maneira correta e transparente. Só um parceiro especializado pode ajudar no período de transição, com as medidas mais eficientes para o cumprimento da lei.

Para lidar com essa nova situação enquanto administra o seu negócio, conte com as soluções da Bludata! Entre em contato para saber como podemos ajudar.

 

Data center - ebook terceirizar

Como garantir o crescimento do seu negócio escalável

Os modelos de negócios que mais têm dado certo são aqueles baseados em escalabilidade. Saiba como começar o processo de escala de sua empresa sem correr o risco de tropeçar no meio do caminho.

Para crescer sua empresa precisa traçar uma estratégia de longo prazo e preparar uma estrutura que comporte essa evolução. Além de segura, ela precisa se adequar ao seu orçamento e ser flexível conforme a necessidade de seu negócio escalável.

Um negócio escalável é aquele que pode multiplicar sua renda sem ter que aumentar os custos proporcionalmente.

Serviços de aplicativos móveis, e-books, cursos online, ou qualquer empresa que dependa de softwares, sistemas ou plataformas são os maiores exemplos de negócios escaláveis, e todos eles têm uma coisa em comum. Eles dependem do gerenciamento de dados.

A terceirização do armazenamento dos seus dados atende bem às necessidades de segurança e disponibilidade exigidas pela natureza deste tipo de empreendimento.

Fazer a locação de espaço em data center é uma excelente alternativa quando há crescimento do negócio e a infraestrutura local não consegue acompanhar este salto.

Isso permite que a sua empresa tenha um aumento rápido e seguro de infraestrutura e usufrua de alta tecnologia e disponibilidade a um custo atraente.

Considere locar um data center de qualidade se sua empresa:

  • for capaz de suportar o crescimento do número de usuários sem grande aumento nos custos;
  • trabalhar com métricas para otimização dos processos;
  • possuir pelo menos um cliente com maior potencial e possibilidade de lucro recorrente;
  • não dispuser de muitos recursos para investimentos iniciais;

Colocation: terceirize suas preocupações

Em um mercado cada vez mais competitivo e marcado por grandes transformações digitais, é fundamental que um negócio escalável seja capaz de antecipar-se e evitar problemas antes que as falhas aconteçam.

Se você tem a sensação de que o desempenho do TI da sua empresa está comprometido, considere contar com soluções acessíveis.

Data centers qualificados como o da Bludata oferecem serviços de colocation, onde você pode optar por migrar suas máquinas para um ambiente terceirizado.

Nele, você loca o espaço para armazenamento das máquinas, mas os equipamentos continuam sendo seus. Desta forma você não precisa se preocupar com a infraestrutura e ainda tem uma economia de custos e ganho em produtividade.

Além de deixar de lado os altos investimentos com estrutura de TI e com profissionais qualificados e certificados (mão de obra com custo bastante elevado), o modelo de colocation é uma alternativa que permite eliminar problemas comuns dentro das empresas, oferecendo qualidade em estrutura e disponibilidade.

Para resumir, apontamos algumas das vantagens e benefícios deste serviço:

  • Aluguel de infraestrutura de data center para a instalação do servidor do cliente.
  • Solução para diversos problemas, como queda no link de internet, interrupção do fornecimento de energia, lentidão dos sistemas, servidores que travam com frequência, etc.
  • Ideal para empresas que estão em crescimento e encontram limitações por falta de espaço ou infraestrutura.

Prepare o crescimento do seu negócio escalável

A construção de uma infraestrutura própria de data center requer um alto investimento e demanda bastante tempo das empresas. Porém, o investimento em estrutura física se torna pequeno diante dos riscos de um data center mal planejado, que pode expôr as informações nele armazenadas.

Na modalidade de colocation essas preocupações não existem.

Seu servidor fica alocado de forma segura em um espaço compartilhado e altamente confiável.

Além disso, você pode efetuar manutenções recorrentes de forma presencial ou remota, da mesma forma que faria em uma estrutura própria. A diferença está na composição de um data center pensado para esta finalidade, pois ele é construído de acordo com as boas práticas de estrutura e funcionamento deste serviço.

Redução de custos

Um dos principais motivos para optar pela locação de espaço em data center está ligado ao financeiro, onde seus custos baixam consideravelmente, além de serem totalmente previsíveis, pois seu projeto é elaborado de acordo com sua necessidade, estipulando valores para cada item necessário.

Dentre os custos que são calculados, podemos destacar:

  • despesas de conexão,
  • IP fixo;
  • banda;
  • eletricidade;
  • disponibilidade;
  • taxas de abertura de chamados;
  • interrupções do serviço.

Consultoria

Outro ponto que você precisa avaliar antes de contratar um data center que trabalhe com a modalidade colocation é verificar se ele oferece uma consultoria para analisar suas necessidades reais, evitando que você invista em algo que não precise ou opte por algo insuficiente.

É importante lembrar que você estará contratando algo para ser executado durante um bom tempo, e que promete evitar dores de cabeça no futuro.

A análise técnica feita no início do processo de transição ou contratação do seu data center é crucial para que sua expectativa seja atingida ou superada.

O objetivo é aproximar

O mundo digital serve para aproximar pessoas. Por isso prezamos por um bom relacionamento e, principalmente, pela disponibilidade para solucionar problemas, sanar dúvidas e prestar assistência.

Como sempre reforçamos por aqui, em momentos de crise, ninguém quer ficar sujeito exclusivamente à frieza de chats ou e-mails. Sendo assim, nada mais apropriado do que um atendimento literalmente próximo, que entenda qual seu problema e ajude a resolvê-lo com celeridade.

O mínimo que se espera é que o data center esteja no mesmo país onde sua empresa está. 

É isso que fará a diferença quando você precisar de suporte para seu negócio escalável, para verificar queda ou indisponibilidade dos serviços.

Existem muitos outros detalhes importantes que nem todo mundo revela sobre a qualidade de um data center. Por isso elaboramos um e-book contando tudo o que você precisa saber antes de tomar a sua decisão. Você pode baixá-lo agora mesmo, gratuitamente, aqui.

 

Data center - ebook terceirizar

Como garantir o crescimento do seu negócio escalável
Como funciona e para que serve a redundância de dados

Como funciona e para que serve a redundância de dados

Redundância, no contexto da TI, significa a duplicação de componentes para garantir serviço ininterrupto e evitar perda de dados. Diferentes locais de armazenamento, fontes de energia alternativas e outros dispositivos fazem parte dessa estratégia tão necessária às empresas, cada vez mais conectadas.

Redundância de dados é a principal forma de proteção utilizada por empresas onde o uso de sistemas é fator crucial para os negócios.

Quando se fala nisso, normalmente relaciona-se aos backups. Mas existem outros componentes redundantes tão ou mais importantes quando é necessária uma disponibilidade próxima de 100%.

Há muito tempo a duplicação de hardwares já não é mais suficiente para a segurança de dados armazenados em servidores. O espelhamento, que faz o backup automático das informações, ainda é utilizado, mas não é eficiente isoladamente.

Para assegurar a continuidade do serviço em caso de falhas ou catástrofes, o sistema deve ser administrado de forma redundante também em nível de softwares, nuvem e até mesmo estrutura.

As soluções adotadas pelos melhores data centers são cada vez mais confiáveis e alinhadas a tendências internacionais. Com isso, a redundância de múltiplos componentes figura entre as metodologias mais adotadas.

O que é exatamente a redundância de dados?

Em tecnologia da informação chamamos de redundância a duplicação de elementos que compõem a infraestrutura.

Em essência, o objetivo é manter cópias que possam ser acessadas como reservas em casos de falhas ou danos, tanto dos componentes virtuais quanto físicos.

Um bom data center está preparado para aumentar a disponibilidade dos serviços online oferecidos pelos clientes, como atendimento pela internet, estações de trabalho remotas, ferramentas, sistemas, aplicativos, etc.

Com componentes duplicados, não há necessidade de se preocupar com imprevistos, nem mesmo quando houver necessidade de atualizações ou manutenção de servidores.

Na prática, isso significa que o seu negócio ficará sempre online, sem quedas. Sem paralisações, a geração de receitas também não será interrompida.

Além disso, as informações estarão sempre em total segurança, mesmo em casos de catástrofes. A redundância garante a sobrevivência dos dados.

Por isso é tão importante que empresas que trabalham com informações estratégicas se assegurem de que não perderão esses dados por conta de falhas irreversíveis de servidores.

Há casos em que estas informações são tão importantes que a sobrevivência das empresas depende delas. Muitas não conseguem se recuperar após a perda de dados.

Como funciona a redundância na prática?

Dependendo da necessidade a redundância é classificada em níveis, para atender a diferentes demandas de disponibilidade.

De um simples HD externo para backup até um data center com a certificação TIER III, o armazenamento de dados pode atender a diversas especificações diferentes e contar com a redundância dos seguintes componentes:

Dados

Profissionais de TI estão familiarizados com a redundância de unidades de armazenamento. Mas em um data center essa preocupação é elevada a outros patamares.

Backups simples são proteções complementares, e não são projetados para oferecer suporte adequado em casos extremos.

Para evitar falhas graves na estrutura de TI são necessárias soluções mais eficientes como backup na nuvem.

Os dados são hospedados remotamente, com toda a segurança, tornando-os imunes até mesmo a desastres nos servidores principais.

Sistemas

Softwares são ferramentas fundamentais que também podem ser duplicadas. para o gerenciamento estratégico das operações e manipulação de dados.

O gerenciamento de sistemas desenvolvidos e mantidos pelos clientes de um data center, por exemplo, podem ter seus códigos e linguagens de programação preservados.

Desta forma o software se torna um legado da empresa, totalmente protegido contra qualquer tipo de acidente que possa afetar seu funcionamento.

Fontes de energia

Em pequenas empresas e até mesmo escritórios a redundância de energia consiste no simples uso de nobreaks ou baterias.

Mas para garantir a continuidade de serviços mais complexos em caso de indisponibilidade ou intermitência da rede elétrica é necessário investir em geradores.

Data centers contam com geradores homologados para assumir o fornecimento de energia em caso de queda ou instabilidade da rede pública, até o seu restabelecimento.

Redes

Redundância de redes envolve a contratação de pelo menos dois serviços de internet de operadoras diferentes.

Na falha ou indisponibilidade de uma, a outra garante a conexão, mantendo a rede ativa.

A duplicação também melhora a qualidade do serviço, evitando congestionamento, pois divide o consumo de banda larga.

Estrutura

Em um data center TIER III, não bastam as duas empresas de telecomunicações mencionadas no tópico acima. É necessário também que os cabos cheguem aos servidores por rotas distintas.

Para que o nível de redundância seja ainda maior, devem haver duas salas de entrada separadas em pelo menos 20 metros, com sistemas de energia, climatização e proteção contra incêndios duplicados e independentes.

A conexão entre as salas também deve ser feita via redes de fibra redundantes.

Como aproveitar os benefícios da redundância de dados

Pense no pior cenário possível, aquele que não seria coberto pelos 99,98% de disponibilidade dos serviços. Ou seja: os 0,02% de chances de algo dar errado.

Além de todas as camadas de redundância do TIER III, existe uma última barreira contra falhas, que garante, na prática, 100% de disponibilidade do seu ambiente operacional.

Além de redundância de dados, seu data center precisa ter resiliência. Isso significa que nosso time também trabalha dobrado!

As chances extremamente remotas de falhas que ainda podem ocorrer envolvem problemas que não podem ser evitados, pois colocam o sistema em colapso.

Mesmo neste cenário de “fim de mundo”, a estratégia de resiliência habilita a equipe a lidar com os problemas e recuperar a infraestrutura.

Viu só? Armazenar e disponibilizar informações é uma operação que demanda muita atenção e é necessário conhecer todas as causas e avaliar todas as variáveis para encontrar a solução.

O Data Center Bludata é capaz de elevar a estrutura de servidores das ferramentas e aplicações da sua empresa para outro patamar, independentemente do seu porte. 

A Certificação TIER III, emitida pelo Uptime Institute, é um dos principais diferenciais que o data center Bludata oferece a seus clientes, pois ela garante a disponibilidade que outros data centers não conseguem atingir.

E tudo isso graças ao nível mais alto de redundância de componentes do Sul do Brasil. Saiba mais.

 

Data Center Bludata

 

Data center no Brasil: qual é a melhor opção?

Os problemas que muitas empresas têm com armazenamento de dados estão com os dias contados. Data centers nacionais com alto índice de disponibilidade, redundância e tolerância a falhas já atingem patamares internacionais de qualidade.

A presença de data centers certificados consolida o nosso país como player de nível internacional no ramo da tecnologia, e impõe um marco para o desenvolvimento econômico nessa área. Além disso, um data center no Brasil tem outra vantagem: quanto mais próximo, melhor.

É natural que neste cenário a cidade de Blumenau, que desponta como polo tecnológico, saia na frente. A certificação TIER III, primeira do estado e segunda da região Sul, obtida pela Bludata, ajudará a empresa a atender uma demanda recente e urgente: desenvolver um ecossistema digital na região.

A tendência é que isso aconteça à medida que mais startups e equipes relacionadas se unam e reforcem sua posição como integrantes do processo.

A localização de um data center é um fator muito importante

O upgrade na qualidade da empresa otimiza o gerenciamento de operações, atingindo a maior taxa de disponibilidade possível. A inclusão de um alto nível de redundância e a redução drástica nos riscos atendem às crescentes demandas exigidas na economia digital.

Além dos critérios estritamente técnicos, a certificação TIER III atesta a qualidade de data centers com base em quesitos geográficos. Nesse sentido, uma localização privilegiada é de grande valia na obtenção dessa importantíssima validação.

Mas o que torna uma localização privilegiada em termos de estrutura de data center? Eis alguns dos fatores pouco conhecidos que influenciam na alta qualidade e no alto nível de disponibilidade do data center localizado em Blumenau.

Condição climática favorável

Para que equipamentos não sejam danificados e os dados não sejam comprometidos, a certificação determina que o ambiente onde são armazenados conte com um sistema de resfriamento de alta precisão, para que o controle da temperatura e da umidade do ar possam ser eficazes. Isso também garante o bom desempenho e a durabilidade das máquinas.

Qualidade das fontes de energia

Não é só pela possibilidade de queda. Fontes de má qualidade são instáveis e podem comprometer gravemente a integridade do servidor. É por isso que é importante contar com a redundância dos dados. A Certificação TIER III garante o funcionamento ininterrupto do data center, evitando que ele seja desativado por falta de energia.

Acesso rápido ao local de armazenamento

Além dos equipamentos empregados, não pode haver erro na escolha do local onde os dados ficarão armazenados, pois ali será hospedada uma parte crítica das empresas contratantes do serviço. Se o data center precisar de atualizações ou manutenção, quem está cuidando dele deve conseguir chegar até o local rapidamente.

Internet de qualidade

A largura de banda e boas redes de fibra melhoram o desempenho do tráfego de dados e evitam algumas dores de cabeça. Mas o que nem todos sabem é que distâncias mais curtas também significam conexões mais rápidas. Servidores mais próximos dos clientes reduzem a latência (tempo que os dados levam para viajar da origem ao destino).

Mão de obra

Polos tecnológicos levam vantagem na corrida por certificações de qualidade por disporem de um grande potencial de mão de obra qualificada, com profissionais capacitados e especialistas que farão a gestão dos servidores com o máximo rigor.

Fatores de segurança

Uma região segura, com baixo índice de criminalidade, fora das rotas de tráfego aéreo, protegida contra catástrofes naturais, risco químico, radioativo, de explosão ou de contaminação proporciona mais segurança à estrutura física do armazenamento de dados.

Monitoramento

A presença de monitoramento eletrônico na própria estrutura do data center também é um item primordial. A entrada e saída de pessoas deve ser altamente controlada e vigiada de forma ininterrupta. A prevenção e o combate a incêndios também figuram entre as prioridades.

Mobilidade urbana

Uma região que oferece livre trânsito e fácil acesso às principais rodovias, postos de combustível, helipontos e aeroportos também é um ponto a ser considerado. Um data center no Brasil, obviamente, oferece grande vantagem neste aspecto.

Um data center no Brasil facilita a comunicação

Não é porque trabalhamos com máquinas que o fator humano deva ser desconsiderado. Muito pelo contrário! O mundo digital surgiu para aproximar as pessoas. Por isso, o último item de nossa lista, mas talvez o mais importante aspecto a ser considerado na contratação de um data center, é o relacionamento.

A disponibilidade para solucionar eventuais problemas, sanar dúvidas e prestar todo tipo de assistência é fundamental. Em momentos de crise, ninguém quer ficar sujeito à frieza de chats ou e-mails. Nestas horas, nada mais apropriado do que um atendimento mais próximo, que entenda qual seu problema e ajude a resolvê-lo rapidamente.

Tudo isso só é possível se você puder contar com um data center no Brasil, o mais próximo possível.

Parece irrelevante, mas isso fará diferença quando você precisar de suporte técnico para verificar queda ou indisponibilidade dos serviços. Se o data center não estiver preparado para agir rapidamente, todo seu investimento começa a perder sentido.

Quer colocar nosso atendimento à prova? Converse com nossa equipe de especialistas.

 

Data Center Bludata

Data center no Brasil: qual é a melhor opção?
Requisitos de um data center: quais fatores garantem segurança e qualidade

Requisitos de um data center: quais fatores garantem segurança e qualidade

As melhores estruturas reúnem características fundamentais que garantem além de segurança, alta performance. Confira o que precisa ser considerado.

Dentre os diversos fatores que devemos dar atenção na gestão da empresa, um dos principais é o processamento e o armazenamento dos dados corporativos. Além de garantir a segurança da informação, é preciso garantir disponibilidade no acesso e que a estrutura que abriga esses dados seja compatível às necessidades do negócio. Nessa realidade, conhecer os requisitos de um data center é algo primordial nessa estratégia.

Fatores que garantem a segurança física de um data center

Para garantir dados seguros e disponíveis um data center precisa obedecer certas normas. É essa estrutura que, acompanhada de uma gestão de excelência, vai assegurar que a operação e a manutenção do data center sejam realizadas de forma impecável.

Assim, sua empresa não fica exposta a falhas e riscos de interrupção por causas desconhecidas e imprevistas.

São muitos os fatores que vão garantir essa qualidade. Por isso, o projeto deve considerar:

Localização privilegiada

Não é possível garantir a segurança dos dados quando o local em que ele está armazenado está exposto à fenômenos naturais e outros riscos. Mesmo que a estrutura seja muito boa, estar localizado em uma região que dificulta o acesso ou se mostra perigosa por algum motivo acaba sendo um empecilho. Isso sem falar dos prejuízos que um dano neste sentido pode gerar.

É fundamental portanto, que esse espaço não sofra com os impactos de agentes externos. E ainda, permita a expansão dos dados de forma rápida, sem grandes obras.

Controle de acesso

Como falamos no tópico anterior, é preciso que a estrutura de um data center garanta a sua segurança, e a presença de monitoramento eletrônico é um item primordial para isso.

Com um controle de acesso rigoroso, a entrada e a saída de pessoas nesse ambiente é altamente controlada e vigiada de forma ininterrupta.

Proteção contra danos

Além de proteger o data center da ação de pessoas mal intencionadas, é preciso mantê-lo longe de outras avarias, como incêndios, curto-circuitos, aquecimento e outros danos físicos.

Para evitá-los é essencial manter um controle rigoroso de temperatura, umidade, fumaça e líquidos no ambiente para prevenir, detectar e corrigir com antecedência possíveis ameaças.

Alta disponibilidade

Se a estrutura onde você armazena as informações da sua empresa não permite que a TI da sua empresa acompanhe o ritmo da economia digital, de nada adianta manter os dados da sua empresa em um data center.

Por isso, contar com infraestrutura de ponta e profissionais certificados para operá-la faz toda a diferença para o seu alto desempenho, permitindo escalabilidade e sustentabilidade do seu negócio, hoje e a longo prazo.

Eficiência energética

Tem um ditado popular que diz que é melhor prevenir do que remediar e ele se aplica perfeitamente aos requisitos físicos de um data center, especialmente no que diz respeito ao fornecimento de energia.

Se você acha que paga caro pela energia que consome, imagine os estragos que a falta dela pode gerar em um data center.

É por isso que em um data center seguro essa questão é tida como prioridade. Tudo para que sua empresa não fique inoperante ou possa sofrer com picos de energia.

Geradores, nobreaks redundantes, dual-alimentação de servidores e o monitoramento de consumo de energia são algumas tecnologias que garantem esses resultados e ainda ajudam a manter o consumo de energia relativamente baixo.

Refrigeração do ambiente

Manter o ambiente refrigerado nem sempre é sinônimo de que a climatização do local está bem estruturada. Se você não tiver controle eficaz da temperatura, umidade do ar e um sistema de resfriamento de alta precisão muita coisa pode dar errada.

Além de não ser notificado de algum descontrole que possa prejudicar o seu data center, o dimensionamento errado dos equipamentos pode elevar o consumo de energia, fazendo você perder dinheiro. Sem contar no risco de parada nas suas operações ou de incêndios, que passam a ser muito maior quando o controle não é feito corretamente.

Lembre-se: a prevenção vale ouro!

Agora que você já sabe os requisitos que um data center deve ter para garantir toda a segurança e qualidade que seus dados precisam, fica mais fácil fazer a escolha certa. Para saber mais, converse com nossa equipe de especialistas e veja o que mais sua empresa tem a ganhar com isso.

 

Data Center Bludata